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Notícias do CFF

Começa o Congresso da FIP com participação do CFF

Data: 03/09/2009

O Presidente do Conselho Federal de Farmácia, Jaldo de Souza Santos, está, em Istambul (Turquia), onde participa do “69º Congresso Mundial da FIP (Federação Farmacêutica Internacional)”, que se inicia, nesta quinta-feira (03.09.09) e vai até o dia 8. O evento, principal reunião de farmacêuticos do mundo, vai atrair à Turquia cerca de 2.500 profissionais de mais de cem países de todos os continentes para discussões em torno do seguinte tema central: “Responsabilidade pelos resultados dos pacientes: o farmacêutico está preparado para assumi-la?” O Presidente do CFF será uma das atrações da solenidade de abertura do Congresso, ao receber a homenagem “Uma vida dedicada à Farmácia”, pelos 50 anos dedicados à profissão.

Os Congressos da FIP são uma mina de informações científicas e reflexões no campo farmacêutico. Cinquenta programas, cada um abordando diferentes assuntos em seminários, palestras, mesas redondas, workshops, fóruns, painéis e reuniões, movimentarão os seis dias de evento, que. Farmacêuticos, pesquisadores e autoridades políticas acompanharão o emaranhado científico do Congresso, que oferecerá oportunidades de formação e aprendizagem em diversas áreas da profissão.

Temas da vanguarda farmacêutica, como a implementação generalizada das Boas Práticas de Farmácia, o uso racional de medicamentos, a integração das ciências e da prática profissional farmacêuticas, a luta contra os medicamentos falsificados, entre outros, serão discutidos exaustivamente, afora o tema central.

SENTIDO DE BEM-ESTAR - Antes de embarcar para Istambul, Souza Santos falou ao “Site do CFF” sobre as suas expectativas em relação ao Congresso. “Cada evento da FIP guarda um sentido de bem-estar para as populações e de progresso para a profissão farmacêutica, pois muitas propostas apresentadas são encaminhadas à Organização Mundial da Saúde que, por sua vez, as adota como recomendações aos países”, declarou.

Salientou que a entrada do Conselho Federal de Farmácia para a FIP, em 2001, fez parte da política internacional adota em sua gestão. Ela fez abrir as fronteiras internacionais para o CFF. “O Conselho vivia enclausurado em seus limites, e a nossa adesão à FIP acabou com as fronteiras e trouxe uma visão de mundo que nós não tínhamos, e muito menos o mundo tinha uma visão de nós”, lembrou Souza Santos. E acrescentou: “Hoje, nós somos convidados a falar, no mundo inteiro. E nos mantemos ligados ao mundo, o que significa a abertura de um importante canal científico para os farmacêuticos brasileiros”.

O primeiro resultado da associação do Conselho Federal de Farmácia à Federação Farmacêutica Internacional veio com a vitória do CFF sobre representações farmacêuticas de outros países que, também, disputavam o direito de sediar o “66º Congresso”. O CFF saiu vitorioso e trouxe para o Brasil o evento, que foi realizado, em Salvador (BA), de 25 a 31 de agosto de 2006.

Até 2005, apenas a Europa e Estados Unidos sediavam os Congressos da FIP. De repente, o Brasil surge como sede e se inclui no cenário farmacêutico internacional. Foi uma novidade que despertou o interesse dos observadores farmacêuticos de todo o mundo. “A partir de então, nunca mais a Farmácia, no Brasil, será vista, no mundo, como era antes. Aquele evento tirou a profissão farmacêutica de dentro do Brasil e a projetou para fora. Hoje, quando se fala em Farmácia brasileira, fala-se com respeito”, orgulha-se Jaldo de Souza Santos. Ele acrescenta que, depois desse feito e das transformações por que vem passando a profissão, no Brasil, o País passou a ser uma referência sul-americana.

INFORMAÇÃO – Um dos palestrantes no Congresso da FIP, em Istambul, será o farmacêutico brasileiro Carlos Vidotti, Gerente Técnico do Cebrim (Centro Brasileiro de Informações sobre Medicamentos), departamento do CFF. Vidotti participará do simpósio “O mundo está doente. De quem é o problema?”, nos dias 3 e 4, e fará a palestra “Desafios de Saúde Enfrentados por Países em Desenvolvimento”, no dia 5.

Para Vidotti, o “pouquíssimo” desenvolvimento da área clínica na Farmácia, nos países em desenvolvimento, leva-os a se distanciarem dos desenvolvidos. E a informação, acrescentou, é um suporte importante para o farmacêutico clínico e para a prática da atenção farmacêutica.

A farmácia clínica, segundo Carlos Vidotti, é importante no contexto da saúde, porque ela promove o uso racional de medicamentos, apoiando a escolha do tratamento medicamentoso adequado, prevenindo possíveis ocorrências de interações medicamentosas e reações adversas ao medicamento. A informação, insistiu, é fundamental na farmácia clínica.
 

Fonte: CFF
Autor: Pelo jornalista Aloísio Brandão, Assessor de Imprensa do CFF.

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