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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias do CFF

Dia Internacional do Idoso

Data: 01/10/2017

No dia 1º de outubro é comemorado o Dia Internacional do Idoso. A data foi instituída, em 1991, pela Organização das Nações Unidas (ONU) para sensibilizar a sociedade sobre as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar da população com idade mais avançada. O farmacêutico pode ajudar esses pacientes ou o cuidador deles sobre a melhor forma de utilizar os medicamentos.

A farmacêutica Eliane Campesatto, que integra a Comissão de Implantação do Projeto Cuidados Farmacêuticos no SUS do Conselho Federal de Farmácia (CFF), destaca que uma das grandes preocupações com essas pessoas é em relação à forma de administração dos medicamentos. Neste sentido, o farmacêutico é um grande aliado dos pacientes e dos cuidadores e familiares. “É muito importante que o farmacêutico oriente bem os idosos, para evitar efeitos adversos graves e a não adesão ao tratamento. Em especial, se o paciente tiver problemas com perda de memória”, destaca a especialista.

Eliane explica que se o paciente idoso não tiver uma pessoa que o acompanhe e o ajude a administrar o medicamento, ele pode utilizá-lo de maneira inadequada. “Muitas vezes, ele toma um medicamento que deveria ser tomado de manhã, como um hipertensivo ou um diurético, no período da noite. Isso, pode lhe trazer problemas com o sono”.

Também pode ocorrer o contrário: “ele pode tomar pela manhã, por exemplo, um medicamento para reduzir os níveis de colesterol, como a sinvastatina, que deve ser tomada à noite”, descreve Eliane. Além de inverter os horários, há outras práticas comuns que prejudicam a eficácia do tratamento. O paciente pode utilizar um medicamento com menos quantidade de água que o necessário, ou tomá-lo junto a alimentos quando não deveria.

Além de revisar a prescrição, o farmacêutico pode orientar o paciente sobre a dosagem correta, o horário de administração e em relação à forma correta de armazenamento e manuseio dos produtos. “Às vezes, é preciso mudar a formulação. Orientar o paciente para não triturar os comprimidos, por exemplo, os de uso sublingual, de liberação prolongada ou retardada, de revestimento entérico, que são medicamentos para liberar no intestino, eles não podem ser quebrados, eles não podem ser triturados. Então isso tem que ficar bem claro para o paciente”, explica Eliane.

Fonte: Comunicação do CFF

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