Menu Principal

fecha o menu
Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias do CFF

CFF apoia o II Simpósio Paraense de Farmácia Clínica

Data: 25/04/2018

“Tecnologias que empoderam o farmacêutico” foi o tema da palestra do professor Wellington Barros (UFSE) no II Simpósio Paraense de Farmácia Clínica, hoje, 24.04, em Belém (PA). O evento é uma realização da Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica (SBFC) com o apoio do Conselho Federal de Farmácia (CFF)

Durante a sua apresentação, Barros destacou a importância da informação e do conhecimento para a atuação do farmacêutico. “As tecnologias devem ser usadas a nosso favor para ampliar, dar publicidade, e melhorar a qualidade dos serviços que podemos oferecer, mas o cuidado e atuação humanística junto ao paciente está dentro de nós. Não há tecnologia que substitua”, disse.

Da roda de conversa fizeram parte: o presidente do CFF, Walter Jorge João; o presidente da SBFC, Tarcísio José Palhano; o presidente da Sociedade Brasileira de Farmacêuticos e Farmácias Comunitárias (SBFFC/ Pará), Salomão Kahwage; e o presidente da SBFC/Pará*, Patrick de Souza. ( A regional Pará da SBFC foi criada ao final do Simpósio)

Walter Jorge João, Presidente do CFF, lembrou que é preciso pensar grande. “Hoje temos uma profissão muito mais atuante e reconhecida, mas é preciso avançar e podemos chegar ainda mais longe. É preciso que o farmacêutico se apodere de sua autoridade técnica e a exerça de fato, para tanto, ele tem a base sólida da Lei nº 13.021/14 e o respaldo do aparato regulamentar publicado pelo CFF, com ênfase nas resoluções das atribuições clínicas do farmacêutico e da prescrição farmacêutica”, comentou.

CAMPO DE TRABALHO – A atuação clínica tem espaço em todas as áreas de atuação do farmacêutico, em especial na farmácia comunitária, pois são cerca de 80 mil farmácias e drogarias. “Ou seja, mais campo de trabalho, mas temos que sair da zona de conforto, temos que ser protagonistas no contexto da saúde. É preciso ousar, e para ousar é preciso se capacitar”, disse Tarcísio Palhano, presidente da SBFC, ao falar sobre a importância da capacitação na qualidade dos serviços prestados pelo farmacêutico clínico.

No início da tarde, Dayane Galato (UNB) ministrou a palestra “Documentação da prática clínica do farmacêutico: quem não regista não faz”. Para a professora o registro das atividades do farmacêutico, no serviço clínico, é de extrema importância para o acompanhamento do paciente. “Todas as informações fornecidas pelo paciente devem ser registradas, assim como todas as ações do farmacêutico junto ao paciente”, comentou

“Implantação de serviços clínicos prestados por farmacêuticos no contexto da acreditação hospitalar”, com a farmacêutica Nathalie Araújo da Costa e Silva, do Hospital Porto Dias (HPD), foi a última palestra do dia. Ela apresentou sua experiência à frente da Farmácia do HPD e lembrou que os espaços devem ser ocupados com competência.

DOCUMENTÁRIO – Ao final do evento, o presidente da SBFC, Tarcísio Palhano exibiu documentário “Origem da farmácia clínica no Brasil”, produção conjunta da SBFC, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do CFF. O documentário resgata a história do primeiro serviço de Farmácia Clínica e do primeiro centro de informação sobre medicamentos (CIM) do país, implantado no antigo Hospital das Clínicas da UFRN, atual Hospital Universitário Onofre Lopes.

*Criada a Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica – Regional Pará
No evento, foi instituída a regional Pará da SBFC. A diretoria é composta pelos farmacêuticos: Patrick Luis Carlos de Sousa (Presidente); Marcos Valério Santos e Silva (Vice-Presidente); Nelma Rosa Esteves (Secretária Geral); Carolina Heitmann (Diretora Científica); Edgar Pereira (Tesoureiro), Antônio Carmona Guimarães (Diretor de Formação); e Simone Costa Sena (Diretora de Comunicação e Marketing).

“É uma regional que certamente produzirá muitos e bons frutos. Além da sua importância para a região e para o fortalecimento da Farmácia Clínica, essa criação se reveste de um valor histórico, pois é a primeira em todo o país. E assim, estamos repetindo a história de criação dos conselhos. Na época, quando foram criados, os conselhos regionais eram designados por números e o conselho do Pará era o número 1”, disse Tarcísio Palhano.

 

Fonte: Comunicação
Autor: CFF

Fotos Relacionadas

Vídeos















Newsletter

Cadastre-se em nossa newsletter para receber notícias direto no seu e-mail



Copyright © 2008 Conselho Federal de Farmácia - CFF. Todos os direitos reservados.

SHIS QI 15 Lote L - Lago Sul / Brasília - DF - Brasil - CEP: 71635-615

Localização

Fone: (61) 3878-8700