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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

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CFF leva apoio dos farmacêuticos na vacinação e combate ao sarampo

Data: 24/10/2019

 

O Conselho Federal de Farmácia levou sugestões à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (MS) de como os farmacêuticos nas farmácias podem ajudar a ampliar a cobertura vacinal em todo o país. A autarquia participou do debate realizado na manhã desta quinta-feira, dia 24 de outubro, pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

O pedido para o debate foi do deputado Jorge Solla (PT-BA). Ele alertou para a queda nas taxas de vacinação a cada ano, até chegarem ao patamar de 80%, quando o ideal seria acima de 95% e aponta que o próprio Unicef tem advertido sobre o problema.

Os representantes do CFF, coordenador do GT sobre Vigilância Sanitária, conselheiro federal pelo Estado de Pernambuco, Bráulio César de Sousa, e a vice coordenadora deste GT e vice-presidente do CRF-SC, Hortência Muller Tierling, participaram do debate sobre a volta do sarampo e ações do governo para conter a doença.

Hortência lembrou que o CFF esteve presente na última reunião, dia 10 de outubro, por meio da assessora da presidência Josélia Frade, quando foram discutidas alternativas de aquisições e abastecimento de vacinas no Brasil. Ela reiterou que as farmácias, a partir da Lei 13.021/14, passaram a ser estabelecimentos de saúde e que os farmacêuticos, profissionais de saúde presentes nesses estabelecimentos podem fazer parte da solução para se aumentar a cobertura vacinal em todo o país, segundo os critérios sanitários da RDC 197, de 2017, que estabeleceu os requisitos mínimos para a vacinação e habilitou as farmácias, de forma facultativa, a prestarem esses serviços.

Em sua fala, Hortência disse que o Conselho Federal pode, também, ser parceiro dos órgãos governamentais na veiculação de informações que visem a conscientização da população a respeito da importância da imunização. “Acredito que os farmacêuticos e as farmácias podem apoiar as campanhas de educação em saúde com intuito de desfazer os mitos e esclarecer a população sobre as doenças que são evitáveis por vacinação”.

O secretário de Vigilância em Saúde do MS, Wanderson Cleber de Oliveira, afirmou não ter dúvidas de que as farmácias podem ajudar. “O SUS é composto pelo sistema público e privado. São complementares e a gente tem que envolve-los, temos as clínicas privadas de imunização, temos agora as farmácias”. Porém, para avançar, ele ressaltou a necessidade de uma boa estratégia para a adesão dessas unidades, clínicas e farmácias, no registro da vacina no Sistema de Imunização do Programa Nacional de Imunização.

Cumpridos os requisitos da Vigilância Sanitária, o secretário afirmou que muitas farmácias, por funcionarem 24 horas, podem ser um grande canal de acesso aos trabalhadores e populações que não têm condições de fazê-lo em determinados horários. “Fizemos agora o programa Saúde na Hora, buscando uma ampliação, mas ainda temos muitos locais que precisarão contar com as estruturas adicionais. E as farmácias são sim, parte do nosso plano de expansão de acesso a vacinação e contamos, obviamente, com este profissional de saúde”, reiterou Wanderson.


 


Autor: Murilo Caldas

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