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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias do CFF

O farmacêutico e o diabetes

Data: 14/11/2012

 A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o diabetes uma epidemia que atinge todo planeta em função do crescimento, nas últimas duas décadas, no número de portadores dessa patologia. De acordo com dados da Federação Internacional de Diabetes (IDF), em todo mundo, mais de 300 milhões de pessoas têm a doença. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, o diabetes (tipo 1 e 2) atinge 10 milhões de pessoas, e são notificados cerca de 500 novos casos por dia.

O Dia Mundial do Diabetes, 14 de novembro, é comemorado em todo o planeta, com ações para intensificar a prevenção e levar informações sobre cuidados. A Sociedade Brasileira de Diabetes(SBD) realiza diversas atividades pelo país, durante uma semana, de 7 a 14 de novembro, para marcar a data. Por meio dessas atividades, a Sociedade tem como meta chamar a atenção para a importância dos cuidados como: o controle da alimentação e a prática de atividades físicas.

No Brasil, o diabetes é um dos fatores de risco para as doenças do aparelho circulatório, que representam a principal causa de morte por doença no País. O farmacêutico, como profissional da saúde, tem plenas condições de integrar equipes multiprofissionais e cooperar como educador, na prevenção, detecção e adesão do paciente ao tratamento.

FARMACÊUTICO - De acordo com Roberto Bazotte, autor do livro “Paciente Diabético – Cuidados Farmacêuticos*”, o papel relevante do farmacêutico no tratamento do diabetes começa com o diagnóstico feito por exames laboratoriais (analista clínico). E embora caiba ao médico o diagnóstico da doença, o farmacêutico, por meio de seus serviços ou uma rápida entrevista, pode detectar e estimular o paciente a uma consulta médica, favorecendo um diagnóstico precoce e o início do tratamento. Durante o tratamento o farmacêutico é o profissional que detém o conhecimento sobre medicamentos e pode contribuir de maneira efetiva em parceria com médicos e outros profissionais da saúde.

Em seu livro, Bazzote lembra de outro aspecto relevante: após o diagnóstico médico, o farmacêutico é o profissional com maior tempo e frequência de contato com o paciente. Assim, ele ocupa um lugar estratégico na educação dos pacientes.

Educação e Prevenção
O diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida, tanto para o paciente, quanto para a família. Ambos precisam tomar uma série de decisões relacionadas ao tratamento do diabetes: medir a glicemia, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares. Além disso, pode ser necessário apoio psicológico. Como as consequências do tratamento são baseadas nas decisões tomadas, é de extrema importância que as pessoas com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às necessidades e fornecidas por profissionais de saúde qualificados.

 

Informações sobre o diabetes e dados sobre a doença, acesse: http://autocuidado.saude.gov.br/
Acesse o site http://www.diamundialdodiabetes.org.br/
Curta, no facebook, a fanpage Novembro Azul - http://www.facebook.com/diamundialdodiabetes

 

 


*“Paciente Diabético – Cuidados Farmacêuticos*” – Roberto B. Bazotte – Farmacêutico – Pós-doutor (University of Texas); Doutor em Ciências (USP), Professor Universitário ( Universidade Estadual de Maringá/PR), Editora Med Book.

Fonte: CFF / http://autocuidado.saude.gov.br/ http://www.diamundialdodiabetes.org.br/ Paciente Diabético ? Cuidados Farmacêuticos*? ? Roberto B. Bazotte
Autor: Veruska Narikawa

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