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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias do CFF

CFF se aproxima da Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde

Data: 10/12/2020

A Telemedicina e a Telessaúde estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros, principalmente após a necessidade de isolamento social imposta pela pandemia de Covid-19. O Conselho Federal de Farmácia (CFF) tem acompanhando de perto a evolução do tema. No último dia 26 de novembro, participou da criação da Frente Parlamentar Mista da Telessaúde, que contou com o apoio de quase 30 entidades profissionais de saúde de todo o País e, no mesmo dia, esteve representado no evento online promovido pela Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTms): “A Farmácia e o Futuro da Telemedicina e da Telessaúde no pós-pandemia”.

Para o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, a transformação digital do setor farmacêutico, e da saúde como um todo, certamente já está provocando uma grande revolução na profissão. “Hoje, a tecnologia é essencial. Não podemos mais prescindir dela. Precisamos torná-la nossa aliada e de nossos pacientes, em favor da humanização do atendimento, da ampliação do acesso aos serviços de saúde e da segurança do paciente. Cabe a nós, farmacêuticos, decidirmos se queremos ser apenas parte da engrenagem ou protagonistas”, afirmou o presidente, no encerramento do evento virtual Farmácia na era da disrupção, realizado de 2 a 4 de dezembro, para discutir os impactos da transformação digital na área.  As palestras podem ser assistidas pelo canal do CFF no Youtube - https://bit.ly/2W0khsV ou na plataforma edufarma.cff.org.br, para os que desejam receber certificado de participação.

A assessora da presidência do CFF, Josélia Frade, afirma que o debate realizado com a ABTms foi o primeiro passo para a aproximação entre as entidades. “Agradeço a oportunidade de incluir a Farmácia na pauta da Telessaúde”.  Há mais de vinte anos trabalhando nessa pauta, a ABTms enfatiza a importância do desenvolvimento de uma Política Nacional de Telessaúde que considere aspectos fundamentais de infraestrutura, interoperabilidade, recursos humanos e governança, garantindo os investimentos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Junto a outras entidades, como a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e a Rede Universitária de Telemedicina (RUTE), a ABTms defende a necessidade de reconhecimento, por parte das sociedades e conselhos das profissões da saúde, de que esta é uma prática segura.

Para o presidente da Associação, Luiz Ary Messina, a implementação da Telessaúde e da Telemedicina deve ser baseada na Lei de Proteção Geral de Dados e nos protocolos estabelecidos para proporcionar um melhor monitoramento dos processos. “Todos os profissionais da saúde terão uma contribuição muito mais clara, e os alunos, os residentes, poderão ter uma base de estudos muito mais ampliada”, afirma. No sentido de contribuir para uma atividade mais segura, a ABTms divulgou, no início de setembro, uma nota de posicionamento e tem promovido diversos debates com as instituições de saúde.

Telessaúde no Brasil

Com a implantação de algumas iniciativas de abrangência geográfica nacional importantes para o setor, como o Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes, a Rede Universitária de Telemedicina e a Universidade Aberta do Sistema Único Saúde, por volta do ano de 2006, começou a se estabelecer uma base de operação que hoje está bem consolidada nos hospitais universitários e de ensino. “Essa base instalada permitiu ampliar os conhecimentos adquiridos a partir da telemedicina e a ascensão dos próprios conhecimentos específicos nas áreas da saúde e das recomendações a distância para os municípios, capacitação e assistência remota, o que ajudou a um processo de conscientização sobre a prática da telemedicina”, lembra o presidente da ABTms.

A partir de 2010, alguns hospitais de referência de alta complexidade passaram a atuar de forma mais efetiva, embora ainda com um olhar não muito integrativo. Segundo Messina, o setor ainda tem enfrentado problemas com a falta de conhecimento dos gestores dos hospitais, dos municípios e dos próprios médicos. “O que a gente precisa entender é que esses processos apoiados pelos computadores, por tudo o que já se pode fazer na área de tecnologia da informação e da comunicação, abrem essa possibilidade de integração das profissões. Ou seja, algo que anteriormente ainda era muito difícil de se pensar, hoje se pode e já se aplicam protocolos onde há uma integração muito clara das profissões na área da saúde”. 

Para Messina, apesar de tardia, essa disseminação é um caminho sem volta. “A área de telemedicina foi desprezada por muito tempo por profissionais e gestores da saúde. Isso era visto ainda como algo muito distante ou que não agregava valor à prática efetiva na assistência ao paciente. Demorou, portanto, muito tempo. Somente agora com a pandemia as portas foram escancaradas. O gênio ‘Telemedicina e Telessaúde’ saiu da lâmpada e não volta nunca mais.”

Fonte: Comunicação do CFF

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