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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

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Veja dicas para reduzir os gastos com remédios após o reajuste

Data: 26/04/2021

Com o reajuste de até 10% no preço dos medicamentos, toda ajuda é válida para economizar com as despesas na farmácia, não é mesmo? Principalmente para aqueles que sofrem com alguma doença crônica.

Vale conversar com o seu médico para saber se há opção de remédio similar mais em conta, procurar nas UBSs (Unidades Básica de Saúde) ou em farmácias populares. 

 

A seguir, confira algumas dicas de economia preparadas por Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros) e Francielle Mathias, farmacêutica responsável do Consulta Remédios, plataforma para consulta de preços de medicamentos.

1. SUS  

Alguns medicamentos estão disponíveis para retirada gratuita nas farmácias das UBSs. Basta apresentar a receita e o documento de identidade.

Vale lembrar que por causa da pandemia do novo coronavírus existem casos de agendamento prévio para a retirada. O remédio também pode ser entregue a terceiros com uma procuração.

2. Pesquisa  

O primeiro passo é pesquisar, pesquisar, pesquisar. Não é preciso ir de porta em porta das farmácias para fazer uma comparação de preços. A maioria das redes tem sites e você pode conferir os preços pela internet.

É interessante pesquisar porque os preços são realmente muito diferentes de um lugar para o outro, sem contar que uma drogaria pode cobrir o preço da concorrência. 

REINALDO DOMINGOS

 

3. Genéricos 

Pesquise o mesmo medicamento em laboratórios diferentes e prefira a compra de genéricos, que são mais em conta na maioria das vezes.


Tem quem não goste, mas os produtos genéricos sempre são a opção mais em conta para quem precisa do medicamento. Com uma fórmula desenvolvida por outros laboratórios, esses produtos são mais baratos por terem menos repasses ao consumidor. 

FRANCIELLE MATHIAS

 

 

E lembre-se: sempre que o médico for preencher a receita, solicite que ele coloque o princípio ativo em vez da marca.

4. Farmácia Popular  

Sabe aquela plaquinha “Aqui tem Farmácia Popular” que você vê em algumas unidades das grandes redes? Ela indica que aquela loja integra um programa governamental que oferece medicamentos gratuitos de hipertensão, diabetes ou asma para pessoas que possuem cadastro e receita.

O programa também possibilita descontos de até 90% em alguns remédios. Para participar, basta ir a uma farmácia credenciada, apresentar a receita – que não precisa ser de um médico do SUS (Sistema Único de Saúde) – e a identidade.

Confira a lista dos medicamentos disponíveis na Farmácia Popular aqui.

Vale ressaltar que para obter o desconto, é necessário que o medicamento esteja nas listas do governo federal.

Localize aqui a farmácia mais próxima da sua casa.

5. Programas de fidelidade 

 

Farmácias e laboratórios costumam ter programas de fidelidade que dão descontos. Esse é mais um jeito de pagar menos nos produtos. Além disso, costumam ter parcerias com diversas redes de farmácias.

“Na hora de comprar o medicamento, pergunte ao balconista quais são as possibilidades de desconto”, orienta Francielle.

Algumas redes também oferecem descontos nos produtos em seus aplicativos. O cliente seleciona o que deseja e que está em promoção diretamente no app e paga menos no caixa.

Veja se sua empresa, plano de saúde, sindicato ou associação de classe profissional não possui parceria com alguma rede.

6. Armadilhas 

 

O ambiente das farmácias é planejado para levar as pessoas a comprarem mais do que realmente foram procurar.

“Todo o trajeto até o balcão onde você pede os medicamentos é organizado para que o cliente se interesse por outros produtos ou remédios que não são controlados. Por isso é importante manter o foco e não encher a cesta de compras com balas, chocolates ou outros artigos que não precisa”, diz Domingos.

7. Local de compra 

 

Uma farmácia que fica em um bairro mais nobre da cidade pode oferecer medicamentos com um custo maior, mesmo sendo de uma mesma rede, segundo Francielle.

Por isso é importante pesquisar o preço antes de sair de casa.

Fonte: R7

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